quarta-feira, maio 20, 2009

Será mesmo assim????

SE VOTAREM EM BRANCO, ou seja, se não escreverem absolutamente nada no boletim de voto, é muito mais eficiente do que riscá-lo.

Nenhum politico fala nisto... porquê?????????

Porque se a maioria da votação for de votos em branco eles são obrigados a anular as eleições e fazer novas, mas com outras pessoas diferentes nas listas.

Imaginem só a bronca.......:::::)))))))))

A legislação eleitoral tem esta opção para correr com quem não nos agrada, mas ninguém fala disso.

Não risquem os votos, porque serão anulados e não contam para nada.

VOTEM EM BRANCO......!!!!!!!!!!!!!!

A maioria de votos em BRANCO anula as eleições..... e demonstra que não queremos ESTES políticos!!!

Espalhem para se obter a maioria.

domingo, maio 17, 2009

O Artur Soares Dias? ... saiu ao pai!!!

Inacreditável, mesmo sem nada a ganhar conseguimos ser roubados. Independentemente da merd@ do jogo não servir para nada foi a pior arbitragem da época. Árbitro fraquíssimo. Uma miséria, uma pobreza. Enfim... siga para o próximo há mais!!! E depois é o Benfica não joga um c*.

A chama imensa: Jesus, o Papa e os anjinhos

Por Ricardo Araújo Pereira (in ABola)

«
O que há num nome?», perguntou Shakespeare, que não sabia nada de futebol. Ou talvez soubesse: na quarta cena do primeiro acto do Rei Lear, Kent pretende desmerecer Oswald, e resolve insultá-lo chamando-lhe «jogador de futebol». No tempo de Shakespeare, o futebol era um jogo violento, quase animalesco, bem diferente do que conhecemos hoje, com a excepção do que é praticado por Bruno Alves. Mas quando Julieta argumenta contra a importância dos nomes, dizendo que aquilo a que chamamos rosa exalaria um perfume igualmente doce se tivesse outra designação qualquer, faz-nos pensar. E se o próximo treinador do Benfica se chamasse Jesus? Seria isso suficiente para que o Glorioso fizesse frente ao Papa? Será redundante apontar um Jesus para dirigir uma equipa que, tantas vezes, perece composta por anjinhos? O Jesus original conseguiu multiplicar os pães, mas o Papa opera um milagre mais eficaz, que é o da multiplicação da fruta. Jesus tinha uma equipa de 12 discípulos, mas a equipa do Papa costuma jogar com 14. Poderá este novo Jesus fazer algum milagre? Confesso que não sei. Haja fé.

Quando, há umas semanas, falei aqui do, digamos, jornalista António Tavares-Teles, alguns leitores manifestaram surpresa: não sabiam, ou já não se lembravam, da célebre escuta em que o, digamos, jornalista Tavares-Teles foi apanhado a combinar a publicação de um texto falso com Pinto da Costa, e menos ainda se recordavam da deliberação do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, segundo o qual o, digamos, jornalista Tavares-Teles havia infringido objectivamente o artigo n.º 1 do Código Deontológico dos Jornalistas, logo aquele que obriga a «relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade». São esquecimentos naturais: em Portugal, a tarefa de recordar todos os que mandam a honestidade às malvas requer um esforço de memória hercúleo, e os pequeninos são os primeiros a serem esquecidos. Recuperar este tipo de episódio constitui, por isso, serviço público. Assim sendo, prossigamos.

Desta vez, gostaria de recordar um texto memorável que o, digamos, jornalista Tavares-Teles escreveu (ou alguém por ele, nunca se sabe) no jornal O Jogo, em Julho de 2007. Começava com uma consideração interessante: «Ana Salgado pôs em causa — sem na SIC o nomear, é verdade, mas isso porque a pessoa que a entrevistou não lhe pôs algumas perguntas que devia ter-lhe posto — um membro da equipa de Maria José Morgado, no que diz respeito à actuação de Carolina na tentativa de acusação a Pinto da Costa. «O leitor vê o mesmo que eu? Por um lado, a fé nas declarações de Ana Salgado, que os portistas só renegaram desde que a senhora, antes pura e agora pérfida, veio acusar Pinto da Costa de lhe ter oferecido envelopes mensais com 5.000 euros para mentir a seu favor em tribunal. Por outro, a censura ao profissional que não lhe pôs algumas perguntas que devia ter-lhe posto". O, digamos, jornalista Tavares-Teles esquece-se de que nem todos os jornalistas são assessorados por gente esclarecida que lhes diz o que devem escrever e perguntar. Não é elegante exigir aos colegas que tenham a mesma sorte que ele.

A seguir, o, digamos, jornalista Tavares-Teles (ou alguém por ele) deixa uma interrogação: «em que é que o depoimento de Carolina Salgado vale mais (ou menos) do que o de Ana Salgado?» Hoje sabemos que, de facto, o depoimento de Ana Salgado valia mais. Há quem diga, aliás, que valia 5.000 euros por mês.

quinta-feira, maio 14, 2009

"14 de maio de 1994"

Já passaram 15 anos?!?!
Faz hoje 15 anos desde a última vez que o Benfica foi aterrador, empolgante e sublime.
Faz hoje 15 anos que João Vieira Pinto fez a exibição da vida dele (nota 10 atribuída pelo jornal ABola).
(imagem rapinada aqui)
Lembro-me como se fosse ontem. Quando terminou o jogo fui para a queima das fitas mamar umas minis. Que bem me souberam.
Este foi o meu último Benfica.
Veja o video resumo do jogo "AQUI".

Simulacro!

Este domingo Benfica faz simulacro de vitória na Liga Sagres

"Este domingo terá lugar em Lisboa um simulacro da vitória do Benfica no principal campeonato de futebol português. A exemplo do que acontece com os simulacros de grandes acidentes naturais, coordenados pela Protecção Civil, o Benfica pretende preparar os seus adeptos e a cidade para a eventualidade de voltar a ganhar o campeonato nacional de futebol. Este evento, onde são esperadas mais pessoas do que na última vitória do Benfica na volta a Portugal em bicicleta, obrigará ao encerramento de várias ruas em Lisboa como a 2ª circular, Av. Lusíada, Av. Liberdade e claro Marquês de Pombal. O novo Hospital da Luz também vai ser palco do simulacro com maior incidência na área de cardiologia e tratamentos de excessos de álcool. O director de comunicação do Benfica, João Gabriel, explicou ao IVA : “este simulacro é muito importante para que os nossos adeptos não percam o hábito de festejar o título e para testarmos que tudo funcionará em caso de eventual futura vitória. Todo o evento será coberto pela Benfica TV mas apenas com a imagem do José Carlos Soares a relatar os acontecimentos. A saúde do nosso presidente também exige que o vamos preparando com estes simulacros.”

Contra a corrente: O Braga-Benfica vai ser o jogo do ano (mas do próximo ano)

Por Leonor Pinhão (in ABola)

Se Quique ganhar a Jesus, logo muitos benfiquistas torcerão o nariz ao treinador português. Ah, mas se o Sp. Braga ganhar ao Benfica, este Jesus arrisca-se a conseguir convencer os cépticos e até os ateus


O Sporting de Braga-Benfica do próximo domingo é o jogo do ano para o Benfica. Mas de qual ano? — perguntarão, certamente, os leitores mais picuinhas. E é essa mesma a questão que deve ser colocada. Tratando-se de um encontro da penúltima jornada de um campeonato há muito perdido, o deste ano, a que propósito é que a deslocação do Benfica a Braga assume uma importância capital para os benfiquistas a ponto de poder ser considerado o jogo do ano?

Do próximo ano, evidentemente. Convém esclarecer porquê.

Trata-se do treinador. Do próximo treinador.

Um treinador tem muita importância no desempenho de uma equipa de futebol. Há quem defenda que o Benfica precisa de um treinador que se enquadre num projecto longo prazo e que convença os sócios e adeptos de que será necessário dar tempo ao florescimento de uma estrutura vencedora e há quem defenda que um bom treinador para o Benfica seria aquele que ganhasse um campeonato assim que chegasse ao Estádio da Luz.

A solução do treinador para o projecto a longo prazo nunca vingou porque nunca foi experimentada e nunca o será. A solução do treinador que chegasse, visse e vencesse vingou brilhantemente na época de 2004/2005 com Giovanni Trapattoni, cujo único longo prazo que se lhe reconhece é o da sua própria idade e, sobretudo, o da sua imensa sabedoria.

À míngua de vitórias, esta questão do projecto a longo prazo como condição sem a qual não conseguirá triunfar nenhum treinador do Benfica transformou-se num utensílio de argumentação sempre disponível por esta altura da época quando, feitas as contas todas, se verifica que nos últimos 15 anos o Benfica ganhou apenas um campeonato. E graças a um treinador de curto prazo.

Ouvir discutir o Benfica em termos da necessidade de dar tempo a um projecto ganhador a longo prazo é um contra-senso. É coisa de amnésicos. O único projecto ganhador a longo prazo que faz sentido discutir no Benfica é o próprio Benfica, fundado em 1904 — e longo vai o prazo mais do que centenário — com pressupostos tão bem estipulados pelos seus fundadores que o projecto vingou por décadas e décadas, exportou-se como modelo nacional e internacionalmente, dispensando qualquer importação de tecnologia alheia a si mesmo.

Está mal, portanto, o Benfica quando se esquece de si próprio, da sua história, e se oferece às circunstâncias permitindo que lhe discutam a questão do treinador em termos de «tem projecto a longo prazo» ou «não tem projecto a longo prazo».

É por tudo isto que o Sporting de Braga-Benfica do próximo domingo é o jogo do ano para o Benfica. Em antecipação por causa do treinador do próximo ano, assunto que já está em premente discussão.

Frente a frente vão estar Quique Flores, o treinador que aparentemente está de saída, e Jorge Jesus, o treinador português que aparentemente está em primeiro lugar na lista dos possíveis substitutos do infeliz espanhol. Jesus e o Braga estão em alta depois de um campeonato que superou as expectativas e até de uma presença mais do que meritória na Taça UEFA, bem no oposto do que foi o Benfica de Quique Flores na mesma competição europeia e que se resume numa palavra: lastimável.

De acordo com alguns inquéritos de opinião, os sócios e adeptos do Benfica não só não rejeitam o nome de Jorge Jesus como também evidenciam uma confiança expressiva no bom sucesso da sua contratação.

Conheço benfiquistas que assistiram, na segunda-feira, à transmissão televisiva do jogo Belenenses-Sporting de Braga e que, por antecipação, vibraram com a goleada imposta pela equipa de Jesus como se estivessem a ver o Benfica a jogar e a marcar golos atrás de golos.

— Este tipo percebe de bola.
— Vê-se logo que é um treinador que tem a equipa na mão.
— Este tipo até tem muito boa figura.
— Isto sim, é que é futebol de ataque.
— Dá gosto ver jogar o Braga.
— O César Peixoto é muito melhor do que o Aimar.
— Olha-me só o que eles correm.
— Lá vai o Belenenses para a segunda divisão.
— Não vai nada, o último jogo deles é fácil.
— Contra quem é?
— É contra nós, no Estádio da Luz.
— Ah, pois, já não me lembrava.
— Temos um calendário tramado até ao fim do campeonato.
— O Braga a querer o terceiro lugar e o Belenenses a não querer descer...
— Duas grandes complicações!

De um modo geral, é este o estado de espírito dos benfiquistas por muito que custe a acreditar, entre outras coisas, que o célebre e temido inferno da Luz se tenha transformado num inferno para os donos da casa e não para os visitantes como era noutros tempos.

Mas se, quando se trata de futebol, as opiniões são volúveis, quando se trata do Benfica as opiniões são voláteis.

Daí que a fé em Jesus tenha o seu grande teste marcado para o próximo domingo. Se o Benfica de Quique Flores ganhar ao Braga de Jorge Jesus, logo começarão muitos benfiquistas a torcer o nariz, desconfiados sobre as reais capacidades do treinador português. Ah, mas se o Sporting de Braga ganhar ao Benfica, este Jesus arrisca-se a conseguir convencer os cépticos e até os ateus.

E é nisto que estamos.

E é por isto que, sendo o Benfica um clube que gosta de prolongar discussões até que já ninguém se lembre do que se estava a discutir, o resultado mais previsível para domingo seja um empate.

segunda-feira, maio 11, 2009

A chama imensa: Portugal lava mais branco

por Ricardo Araújo Pereira (in Abola do dia 10.05.2009)

O Benfica não foi feito para lutar pelo terceiro lugar. A BOLA não me paga para escrever evidências (na verdade, paga-me para escrever parvoíces, e eu levo muito a sério os meus contratos), mas pelos vistos tem de ser. Nós não fomos feitos para andar a fazer contas aos resultados do Nacional da Madeira. Por isso, como é evidente, não encontro especial consolo nas declarações de Quique Flores, segundo o qual foram atingidos certos objectivos invisíveis. Na qualidade de benfiquista que não é dotado de visão de raio x, devo dizer que prefiro os objectivos que se podem ver, sobretudo os que têm forma de taça.

Eu sou pela estabilidade, mas não para o treinador. Para o director desportivo, sim: espero que Rui Costa tenha estabilidade para trabalhar muitos anos. De preferência com um treinador que perceba mesmo de futebol. Acho que era giro e inovador. Se tiver de ser um espanhol, o Ernesto Valverde está disponível.

Bruno Carvalho é, até agora, o único candidato à presidência do Benfica. Confesso que gosto de candidatos à presidência do Benfica. Não conheço cargo mais importante, e simpatizo com todos os que acreditam ter capacidade para o desempenhar — e mesmo com os que além disso acreditam que são Napoleão Bonaparte, como Guerra Madaleno. Mas acho um mau sinal que o mandatário da candidatura de Bruno Carvalho seja Petit. O Petit era um jogador à Benfica, e o que fez em campo pelo Glorioso só merece admiração. O problema é que o Petit é do Boavista. No dia 14 de Setembro de 2008, Petit confessou à imprensa que gostaria de voltar para o Boavista «como jogador, como director ou noutra qualquer função.» Volto a citar o Petit: «Quero levantar-me cedo da cama para fazer o que mais gosto e ajudar o clube do meu coração.» Nada disto é censurável: o Petit tem todo o direito a amar o clube que o formou. Mas o mandatário dos candidatos a presidente do Benfica não devia ser um benfiquista?

Pinto da Costa revelou esta semana o segredo do seu sucesso: o Porto é campeão porque ele escolhe os melhores. Os melhores quê?, pergunta o leitor. Pinto da Costa não disse. Mas quem, como nós, tem acompanhado a carreira do presidente do Porto, pode conjecturar. Os melhores lotes de café, talvez, para receber os árbitros em casa com a dignidade que eles merecem. Ou os melhores lugares no avião, para que eles cheguem ao Brasil mais descansados. São hipóteses possíveis, mas em Portugal os limites do possível excedem em muito a fronteira do provável. Em Portugal, é possível um dirigente estar a cumprir pena de suspensão por tentativa de corrupção activa e, simultaneamente, ser apontado pela comunicação social como um modelo irrepreensível de dirigismo competente. É um país em que nada mancha. Portugal lava mais branco que o OMO.

Há tempos dei por mim a pensar que o Brasil é o único país da América do Sul que pode ambicionar ser campeão da Europa: com a quantidade de brasileiros naturalizados nas selecções europeias, em breve haverá uma equipa exclusivamente composta por brasileiro a vencer o Campeonato da Europa. Portugal detém um recorde parecido: é o único país da América Latina que fica no continente europeu.

sexta-feira, maio 01, 2009

Dia do trabalhador


Um óptimo feriado, assim como um bom fim-de-semana. Essa de se comomorar o Dia do Trabalhador de papo para o ar não está correcto!

quinta-feira, abril 30, 2009

Quem tem medo do porco mau?



(por mail : mor)

sábado, abril 25, 2009

terça-feira, abril 21, 2009

Eis, uma conterrânea

Laurinda Alves candidata ao Parlamento Europeu .

Laurinda Alves, natural de Aldeia Velha, é candidata às eleições europeias pelo Movimento Esperança Portugal (MEP), do qual é cabeça de lista. A candidata vai estar amanhã na Guarda para apresentar a sua candidatura ao Parlamento Europeu.

Laurinda Alves tem vindo a percorrer os vários distritos portugueses, no sentido de apresentar a lista dos candidatos e do programa do Movimento às eleições europeias.
Com a sua candidatura, Laurinda Alves espera ser «uma voz diferente na Europa, no sentido de criar uma maior proximidade entre as pessoas e o Parlamento Europeu, tendo como principal prioridade representar os anseios e expectativas reais dos portugueses». O MEP estabelece como os três pilares da candidatura o reforço da coesão social e territorial, o potenciamento do desenvolvimento humano sustentável e a criação de uma relação solidária e interdependente entre a Europa e o mundo.
Ao longo do dia, Laurinda Alves vai visitar algumas instituições de solidariedade social na Guarda, seguindo-se, às 21h30, a tertúlia, que deverá contar com a presença do presidente do MEP, Rui Marques.

in jornal
Cinco Quinas

segunda-feira, abril 20, 2009

Dia internacional do Homem !!!

É por estas razões que no dia 20 de Abril se irá comemorar o:

DIA INTERNACIONAL DO HOMEM.

NUNCA LI TANTA VERDADE JUNTA EM TÃO POUCAS LINHAS.......

Porque os homens também merecem...

Ser homem é:

- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates;
- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão ;
- O suplício de fazer a barba todos os dias;
- O desespero das cuecas apertadas;
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien;
- A loucura de resistir olhar para umas belas pernas com uma mini-saia;
- Ir à praia com a sua mulher e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado
- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada com outro homem;
- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se
divertem;
- Ter sempre de resolver os problemas do carro;
- Ter de reparar na roupa nova dela;
- Ter de reparar que ela mudou de perfume;
- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 loiro/bege;
- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm;
- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite;
- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade;
- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo ;
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual;
- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos;
- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo ;
- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa;
- Ter de almoçar aos domingos na casa dos sogros, discutir política com aquele velho reaça, tratar bem os sobrinhos, controlar-se para não olhar para o decote da irmã dela e não arrear um arraial de porrada ao irmão dela, sacana do caraças que vem sempre pedir dinheiro emprestado.

Depois Elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!

Mande este mail a todos os seus amigos, eles merecem... e a todas as suas amigas... aquelas que v/ ache que têm poder de encaixe...

ALTOOOOOOOOOO

Desculpem estar a estragar o post, mas falta uma coisa muito importante que acontecia e ainda acontece a quem usa calças com fecho em vez de botões!

- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores...... É o entalanço e depois abrir o fecho outra vez......

Estão a ver. Ter um filho só custa no parto!!!

domingo, abril 19, 2009

Romaria à capela de Nossa Sra. dos Prazeres (Sabugal Velho, Aldeia Velha)








Romaria em honra de Nossa Senhora dos Prazeres.
A povoação de Aldeia Velha dirigui-se em romaria à capela de Nossa Senhora dos Prazeres, localizada na serra.

Capeia da Páscoa em Aldeia da Ponte .







Decorreu no dia 11 de Abril, tal como anunciado, a IV Capeia da Páscoa organizada pela Associação Juventude Pontense, na Praça de Touros de Aldeia da Ponte.
Podes ler o resto do que aconteceu no "jornal Cinco Quinas".

Representação da Paixão de Cristo em Aldeia Velha.

Representação dos últimos momentos da vida de Jesus, em Aldeia Velha, no concelho do Sabugal.

Pelo quarto ano consecutivo a população local e de localidades vizinhas, puderam assistir à representação da Paixão de Cristo ao vivo, segundo São João.

"Cinco anos depois da primeira encenação, o resultado da representação da Paixão de Cristo, em Aldeia Velha, foi, na opinião do seu mentor, Alexandre Martins, «maravilhoso» e é uma experiência para repetir nos próximos anos." Podes ler o resto da reportagem "aqui"





A chama imensa: Goooooooooolo da estrutura!

Por Ricardo Araújo Pereira (in ABola)

Isto do futebol depende muito da perspectiva. Há uns anos, uma equipa portuguesa (o Estoril) resolveu jogar com o Benfica a cerca de 300 quilómetros do seu estádio porque sabia que, noutro recinto, teria uma receita bem maior. Foi um escândalo. Uma vergonha, uma infâmia, uma vigarice nunca vista no futebol mundial. Poucos anos depois, uma equipa francesa (o Lille) resolveu jogar com o Benfica a cerca de 300 quilómetros do seu estádio porque sabia que, noutro recinto, teria uma receita bem maior. Foi um acto de gestão normal. Uma manifestação de inteligência, de sensatez, de administração racional das finanças do clube.

São diferenças de perspectiva que se registam a toda a hora. Há uma semana, o Porto foi empatar a Old Trafford. No final do jogo aquele empate era já uma vitória, e ao longo da semana foi sendo uma goleada cada vez maior. A estrutura do Porto tinha vergado o Manchester. A organização do Porto tinha dado cartas frente ao campeão da Europa. A gestão desportiva do Porto tinha ensinado aos ingleses como é que se goleia por 2-2. Li (e recortei) que o Porto tinha, e cito, «humilhado» o Manchester United. Eu desconhecia que, nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, uma equipa podia humilhar outra aplicando-lhe um humilhante empate. Já tinha ouvido falar em derrotas humilhantes e goleadas humilhantes. Empates humilhantes, foi a primeira vez. E, no entanto, o Porto espetou-lhes um 2-2 que eles até ficaram com as orelhas a arder. Uma semana depois, o Porto ainda conseguiu humilhar o Manchester durante 6 minutos inteirinhos, forçando os campeões do Mundo a um humilhante 0-0, mas depois um madeirense deu um pontapé no meio campo e deitou abaixo a estrutura, desfez a organização e arruinou a gestão desportiva.

Ora, se 2-2 fora é humilhar, eu esperava que, perdendo 1-0 em casa, o Porto tivesse sido trucidado. Não: bateu-se muito bem. Um jornal assinalou, e bem, que o Hulk até corre melhor que o Ronaldo. Eu vi o jogo pela televisão e fiquei chocado com a maneira atabalhoada como o Cristiano correu para a bola antes de a enfiar dentro da baliza a 40 metros de distância. Creio, aliás, que chutou dali porque teve vergonha de correr até mais perto do Helton.

Não li uma palavra sobre a estrutura do Manchester, a organização do Malcolm Glazer, a gestão desportiva da SAD do United — que, confesso, nem sei se existe. Tudo uma questão de perspectiva.

Entretanto, é justo registar, uma vez mais, a categoria da estrutura do Porto. Jesualdo Ferreira assistiu ao Porto-Manchester pela televisão, uma opção que deve ter dedo da SAD: assim, o treinador do Porto já criou rotinas que lhe permitem não estranhar as meias-finais e a final, que também vai acompanhar pela TV.

Brutal!

sexta-feira, abril 17, 2009

"Contra a corrente: Quique Flores, deve ficar … mas em 'part-time'"

Por : Leonor Pinhão (in Abola 16.04.2009)

OS benfiquistas que gostam de política não se cansam de discutir a condenação a 20 meses de prisão com pena suspensa do árbitro do jogo Machico-Sacavenense, a contar para o campeonato da III Divisão. Uns dizem que se jogássemos, nós, o Benfica, na III Divisão, com decisões destas dos Tribunais ninguém nos agarrava. Outros garantem que tudo se deve à juíza do Tribunal de Santa Cruz, no Funchal, Susana Mão de Ferro, que mais não fez do que fazer justiça ao nome com que foi baptizada.

Já os benfiquistas que se interessam só por futebol — tema menor nos dias que correm — não se cansam de discutir a questão da continuidade (ou não) de Quique Flores na próxima temporada na Luz. Uns acham bem, outros acham mal. Ou seja, a discussão nada tem de empolgante por mais que se empolguem no esgrimir dos argumentos os apologistas de Quique e os anti-Quique primários.

Há que encontrar um meio termo e rapidamente. É no meio que reside a virtude.

Sou da opinião que Quique Flores (ou qualquer outro) deve ficar. Mas em part-time… A pressão em torno de um treinador do Benfica a tempo inteiro é um factor de desestabilização do próprio treinador, as perguntas constantes dos jornalistas, as deslocações diárias até ao Seixal, tudo isto é subúrbio a mais e não ajuda a manter um ambiente de serenidade, de confiança e de liderança.

Também o facto de Quique habitar em Lisboa no mesmo edifício onde habita o primeiro-ministro do país também é um indício do surrealismo que nos sufoca. Onde é que se viu no mesmo país, as duas pessoas mais importantes do dito país partilharem o mesmo elevador?

Posto isto, e perante dois exemplos fulgurantes do futebol europeu de top contemporâneo, talvez não fosse má ideia deixar ficar Quique mais um ano no Benfica. Mas só meio Quique…

Tomemos por primeiro exemplo o Chelsea da época de 2008/2009… O holandês Gus Hiddink acaba de apurar o Chelsea para as meia-finais da Liga dos Campeões. Trata-se de um treinador reputado, com currículo e que se apresenta em Londres às terças, quartas, quintas e sábados para dirigir o Chelsea, e que se apresenta em Moscovo aos domingos, segundas e sextas para dirigir a selecção russa. Está a fazer grandioso sucesso nos dois part-times.

Tomemos por segundo exemplo o E. Amadora e o V. Setúbal de um passado recente. Foi Faquirá quem lançou, na Reboleira, Fernando, e Cissokho, nos sadinos, hoje titulares indiscutíveis do FC Porto. Em declarações recentes à imprensa, Daúto revelou não só a sua satisfação pessoal com o bom caminho que os seus pupilos tomaram como também revelou o seu surpreendente duplo estatuto de trabalhador: «Sinto orgulho por os ter lançado. Nos relatórios que fazia para o FC Porto, no tempo do Estrela, sempre escrevi que o Fernando tinha todas as qualidades para singrar ao mais alto nível», disse ao Record. Ora se Faquirá quando era treinador do Estrela fazia relatórios para o FC Porto estamos perante mais um caso de dois part-times.

Ora é de isto mesmo que o Benfica precisa. Não concordam?

Grandes espectáculos os dos quartos-de-finais da Liga dos Campeões. Treze golos no confronto entre o Liverpool e o Chelsea! No entanto, o recorde de golos numa única eliminatória continua a pertencer ao Sporting e ao Bayern, com 13 tentos. Não fosse o golo de João Moutinho em Munique e havia um empate estatístico quase impossível de bater. Muito bem esteve também o FC Porto frente ao Manchester United, soçobrando apenas e por causa de um golo português, o do incrível Cristiano Ronaldo, ontem, no Dragão.

PS: Não foi por distracção, muito menos por tolhimento, que, na última quinta-feira, não esclareci os leitores de A BOLA sobre a veracidade do pedaço em que a mim directamente se referia Miguel Sousa Tavares na sua crónica da penúltima terça-feira neste mesmo jornal. Não é fácil dar a explicação para a ausência de resposta porque ao fazê-lo terei, inevitavelmente, de revelar alguns aspectos da minha índole e só isso já é — e de que maneira — contra a minha índole. Não li o que Miguel Sousa Tavares escreveu porque nunca leio. A não ser que me obriguem razões profissionais ou outras, como foi a do presente caso e só alguns dias depois e ao cabo de muita insistência. Gosto muito de futebol e de ver futebol, gosto do jogo naqueles 90 minutos. Quanto ao demais, até as flash-interviews dispenso. Não assisto a programas televisivos de debates sobre futebol, não leio opiniões de adeptos famosos, nem os do meu clube, quanto mais os outros. Leio, é verdade, o Ricardo Araújo Pereira todos os domingos, mas não é por ele ser do Benfica. É porque tem talento. Entendam que esta atitude não é presunção sobre nada nem sobre ninguém. A todos respeito, bem como às suas opiniões. Simplesmente não comungo dessa necessidade tribal de saber o que dizem, o que pensam, o que falam, o que escrevem. O que acaba por se me revelar de certa forma útil visto que, persistindo anti-social, dificilmente poderei ser acusada de dizer o mesmo, de pensar o mesmo ou de escrever o mesmo que outros já pensaram, disseram ou escreveram. Não julguem, no entanto, que é a busca da originalidade que me motiva. Não, trata-se apenas de feitio. Não é da minha índole o afã curricular por manter polémicas com técnicos de ideias gerais. Teria, portanto, Miguel Sousa Tavares dito uma grande verdade se me acusasse de autismo nestas coisas do futebol e até noutras, isto se soubesse de quem estava a falar, o que deve ser princípio observado por qualquer tribuno em qualquer século. Por exemplo, o filósofo muçulmano Ibne Caldune, uma das luzes do já tão distante mas tão esclarecido reino do Andaluz, escreveu no século XII um tratado sobre Filosofia da História e demorou-se a alertar para os vícios que podem condenar a objectividade dessa «disciplina» visto que «a mentira se introduz naturalmente nos relatos históricos» por força de «causas» que enunciou e que passo a citar: «Se ficamos prisioneiros do espírito favorável a uma seita, aceitamos sem hesitação a versão que nos convém dos factos» e «outra causa é a tendência que os homens têm em geral para ganhar o favor dos personagens poderosos, embelezando-lhe os factos que depois propagam sendo que estes relatos manchados de falsidade recebem grande publicidade». Ora se, há quase mil anos, um mouro ibérico atingiu esta clareza, custa admitir que o mundo pouco evoluiu quando os seus mais publicitados cronistas do presente tratam da versão dos factos como «mais lhes convém». Na penúltima terça-feira, lamentavelmente para ele, Miguel Sousa Tavares publicitou duas grandes mentiras resguardando-se, para evitar dolos da posteridade, na fonte onde as bebeu (…as mentiras, obviamente). Cá estão elas: que «nunca foi desmentido» um encontro num «hotel», apadrinhado pela Polícia Judiciária, entre Luís Filipe Vieira, Carolina Salgado, alguns agentes da PJ e eu própria, na qualidade de centro de mesa. Não é a primeira vez que Sousa Tavares publicita este facto que bebeu de terceiros e que tanto lhe conviria que fosse verdade, ainda que nunca tenha ocorrido e já tenha sido desmentido. Voltando ao século XII, o clarividente mouro Ibne Caldune alertou para este problema da «confiança na palavra» dos tais terceiros: «Para reconhecer se estas pessoas são dignas de fé é necessário recorrer a um exame» porque há «chefes que inclinam as pessoas a obedecer-lhe e a servir os seus interesses, fazendo-lhes dádivas de dinheiro, depois oferta daquilo que têm precisão, como objectos de primeira necessidade, ou pela coacção semeando, se necessário, a discórdia entre as pessoas». A nove séculos de distância é evidente que hoje nada tem a ver com esta preocupação da boa História. Mas, por absurdo, não deixa de dar que pensar numa situação corrente: a investigação do Ministério Público, em pleno século XXI, às circunstâncias em que foi produzido o depoimento de Ana Maria Salgado, tal como era ontem notícia no site do Portugal Diário e da TVI/24: «Pinto da Costa foi inquirido no Porto pela magistrada encarregue de investigar as circunstâncias em que Ana Maria Salgado prestou um depoimento favorável ao líder portista no DIAP do Porto, em Junho de 2007 (…) Confirmou a entrega de mil euros em duas tranches destinados aos filhos de Ana Maria Salgado, alegando a consideração que por ela tinha.» Francamente, como se fosse possível uma coisa destas. Mais uma cabala. Longe vai o tempo em que os chefes «inclinavam» as pessoas — enfim, o mexilhão — a contar histórias que os engrandecessem e que fossem repetidas pelos seus reputados arautos. Quanto ao facto (indesmentível) do post-scriptum ser maior do que o texto trata-se apenas de mais uma originalidade anti-social."

Embrulha MST, seu andrade.

quarta-feira, abril 15, 2009

Ah ... pois é!!!

É só para relembrar que o Benfica continua a ser a ÚNICA equipa portuguesa a ter conseguido eliminar o Campeão Europeu em título.


Um adepto fervoroso do Manchester United.

Já disse isto da última vez que houve jogo dos corruptos, mas mesmo assim volto a repetir... Como não sou hipócrita, afirmo convictamente que durante o jogo Manchester United-Fuculporco vou ser um ferrenho inglês e adepto fervoroso do Manchester United, voltando à condição de Português logo após o apito final do árbitro. Força Manchester United.

terça-feira, abril 14, 2009

terça-feira, abril 07, 2009

Uma Santa e Feliz Páscoa

Nas mini-férias da Páscoa vamos viajar até Aldeia Velha.

A representação dos últimos momentos da vida de Jesus vai ‘subir ao palco’ em Aldeia Velha, pelo quinto ano consecutivo, na noite de sexta-feira Santa. A novidade deste ano passa pela colaboração com o Aquilo Teatro, da Guarda. (Li aqui)
Imagens de 2008.

E porque a tradição ainda é o que era, não vai faltar a tradicional tourada em Aldeia da Ponte!!!

Com isto tudo o melhor será, continuar a comer chocolate... segundo a informação é sáudavel!!!



Uma Santa e Feliz Páscoa.

Um adepto fervoroso do Manchester United.

Já disse isto da última vez que houve jogo dos corruptos, mas mesmo assim volto a repetir... Como não sou hipócrita, afirmo convictamente que durante o jogo Manchester United-Fuculporco vou ser um ferrenho inglês e adepto fervoroso do Manchester United, voltando à condição de Português logo após o apito final do árbitro. Força Manchester United.

quinta-feira, abril 02, 2009

O senhor "peidolas" já foi um adepto fervoroso do Benfica.

Olha, olha !!!! ... o "peidolas" nos tempos em que "torcia" pelo Glorioso.
Eh eh eh ... querem ver que é montagem!!! "Senhores" jornaleiros "avençados" afinal não é só o sr. Luís Filipe Vieira!
Só espero que o dono da bandeira a tenha mandado limpar.

(imagem rapinada do "serbenfiquista.com")

Génio Alentejano.

Aquando das escavações para a construção da barragem de Foz-Côa, foram descobertas algumas gravuras.

Após alguns dias de análise às mesmas, por parte de Cientistas, Arqueólogos e Catedráticos na matéria, os mesmo não conseguiram decifrar a mensagem.
Entretanto, ouviu-se dizer que havia um alentejano que era "expert" em decifrar enigmas e, em último recurso, os Arqueólogos solicitaram os seus préstimos.
Lá foi o alentejano para Foz-Côa (um dia de viagem). Quando chegou, deparou com as seguintes gravuras:



Alentejano: - "Atão vocemecês fazem-me vir por causa disto?"
Cientistas: - "Ò amigo, por favor ajude-nos, não conseguimos decifrar a mensagem!"

Alentejano: - "Atão mas esta pôrra nã tem nada que saber! Como vocemecês bem sabem, os antigos escreviã da drêta pá esquerda. Ora temos o primêro boneco que se vê bem que é uma toca. Òsdepois temos uma mó e por fim um bicho. Então fica 'Toca mó bicho!'..."

Lá foi o alentejano de regresso à sua terra natal enquanto os cientistas, satisfeitos da vida, prosseguiram as escavações.
Mais um enigma.
Ao afastarem mais umas rochas à direita da descoberta, mais uma simbologia totalmente desconhecida e que não constava nos calhamaços (manuais) da matéria.
Sem vislumbrarem outra hipótese, lá chamaram o "expert" alentejano e lá foi o desgraçado para cima, de novo.
Chegado ao local, deparou com as seguintes gravuras:



Cientistas: - "Ò amigo, pedimos-lhe imensas desculpas mas, mais uma vez, os nossos conhecimentos mostram-se insuficientes para decifrar a descoberta. Isto realmente parece um carro, mas um carro sem portas???"

Alentejano: - "Ora aí está!... 'Se nã-tim-portas, toca mó bicho!'..."

(por mail: mor)

Isaac Newton vs Lisandro Lopez.

O FC Porto reagiu em comunicado ao castigo aplicado a Lisandro Lopez e disse que, além da "estranha decisão" da Comissão Disciplinar da Liga, esta "consegue reinventar as leis da física, deixando Newton às voltas no caixão".

Calma aí!!!
Não confundam génios como Isaac Newton com palhaços do circo como o Lisandro Lopez.